Terça-feira, 02 de Setembro de 2008

A MOSCA AZUL



O poder intriga. Exerci-o poucas vezes: dirigente estudantil, chefe de reportagem. Mais recente, em 2003 e 2004, assessor especial do
presidente da República,
com direito a gabinete no Palácio do Planalto e uma infra nadda
desprezível: secretárias, celular, viagens aéreas, moradia, carro com motorista, tudo pago  pelo contribuinte. Muito aprendi. Algumas lições
trago de berço. Meu avô e meu pai também serviram em palácios do governo. A pessoa revestida de poder ­ qualuer um, de síndico ou
gerente, policial ou político ­ deveria dar ouvidos ao que
 dela dizem seus subalternos. Vox populi. Mas não é o que acontece
 em geral. Prestamos mais atenção ao juízo dos pares e superiores,
em busca de reconhecimento de quem tem ppoder de ampliar o nosso
 poder. Assim, sobre  os subalternos desaba aquele nosso outro lado perverso que tanto esmeramos  em esconder aos olhos de nossos pares
 e superiores. Todavia, cavalo indomado, se não somos contidos pelas rédeas da boa educação, ai dos subalternos! Quem está por cima tem o poder de adverti-los, censurá-los, puni-los ou demiti-los. Como não nos ameaçam, deixamos extravasar o demônio que nos habita.
 Desarrazoados, elevamos a voz, humilhamos,xingamos, repreendemos,
 e por pouco não avançamos para cobrir a vítima de sopapos. Dê à
pessoa uma fatia de poder e saberá quem de fato ela é.
 O poder, ao contrário do que se diz, não muda as pessoas.
Faz com que se revelem. É como o artista a quem faltavam pincel,
tintas e tela, ou o assassino  que, afinal, dispõe de arma. O poder
 sobe à cabeça quando já se encontrava destilado, em repouso, no
coração. Como o álcool, embriaga e, por vezes, faz delirar, excita a agressividade, derruba escrúpulos. Uma vez investida da função
 ou cargo, título ou prebenda, a pessoa se crê superior e não admite
que subalternos contrariem sua vontade, suas opiniões, suas idéias
e seus caprichos.
Na falta de uma psicologia do poder mais sistemática, à qual não
faltam as valiosas contribuições de Adler e Reich, recorrro aos clássicos
 da literatura. Desde a Bíblia, destacando-se os livros do Pentateuco, às obras de Shakespeare, Kafka e o nosso Machado de Assis. O dramaturgo inglês bem retrata as ambições e as intrigas do poder. O autor de A metamorfose revela a sua fce opressiva, a arrogância, o modo como
tende a anular a dignidade do cidadão comum. E Machado de Assis não
faz por menos, embora com mais sutileza, porém incisivo. Leia-se o conto
 O espelho. Ali, um tratado completo de patologia do poder. O jovem Jacobina, de origem pobre, é nomeado alferes. Descobre, pois, que "cada criatura humana traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para
fora; outra que olha de fora para dentro." (...) "Há casos, por exemplo,
 em que um simples botão de camisa é a alma exterior de uma pessoa;

Escrito por ronaldo allyson em 23:23:09 | Link permanente | Comments (0) |

Terça-feira, 19 de Agosto de 2008

Sobre Mulheres e Raposas


Sobre Mulheres e Raposas


O cérebro da mulher é menor do que o do homem: em média, o cérebro masculino pesa 1,25 kg; o feminino, 100 gramas a menos. Quais seriam as explicações para isso?

Uma resposta inusitada é proposta no site do Times, num artigo escrito por Terence Kealy, da Universidade de Buckingham, Inglaterra.

Kealy descreve o trabalho do geneticista russo Dmitri Belyaev, que criou raposas selvagens a partir de 1959, sempre selecionando os filhotes mais amistosos e agradáveis do ponto de vista dos humanos.

Após 35 gerações, nas quais Belyaev só permitia a reprodução das raposas mais amistosas, ele obteve animais bem diferentes das ariscas e amedrontadas raposas selvagens: como os cães domésticos, essas raposas abanavam as suas caudas, latiam como cães e pediam carinho aos humanos. E os cérebros dessas raposas eram menores.

De acordo com Kealy, todos os animais domesticados têm cérebros menores do que os seus equivalentes selvagens e também menores níveis de hormônios ligados ao estresse, juntamente com uma maior inteligência emocional.

Perigosamente, esse autor chega a sugerir que os cérebros das mulheres são menores porque elas teriam sido "domesticadas" pelos homens! Em outras palavras, os homens, sempre escolhendo as mulheres mais dóceis e afetuosas, teriam feito como o russo Belyaev fez com as raposas...

Ao final do artigo, entretanto, Kealey lembra que Lawrence Summers, reitor da Harvard, perdeu o seu cargo ao sugerir que as mulheres não seriam capazes de alcançar os mesmos cargos que os homens na Universidade, e decide encerrar suas conjecturas!

Agora, o mais provável mesmo é que o menor tamanho médio do cérebro feminino reflita apenas o menor tamanho médio das mulheres. Devemos nos lembrar que não apenas o cérebro feminino é menor, mas também o fígado, os pulmões, o coração, etc.

Link para o artigo no Times (não levem muito a sério...)

Escrito por ronaldo allyson em 11:44:13 | Link permanente | Comments (0) |

Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

“Usar drogas é uma escolha pessoal”

“Usar drogas é uma escolha pessoal”



Para a jurista carioca, comprar cocaína deveria
ser tão natural quanto comprar um chope

Reprodução/ 

Juíza Maria Lúcia: "Já provei cocaína e maconha, mas não gostei"

Quando Maria Lúcia Karam entrou no curso de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ainda existia o Estado da Guanabara e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) era UEG (Universidade Estadual da Guanabara). Ela passou também no vestibular de psicologia e passou um ano fazendo os dois cursos. O ano era 1967, e o movimento estudantil estava em sua fase mais perigosa e mais ativa. Foi o engajamento mais fervoroso entre os estudantes de direito que fez Maria Lúcia optar por estudar a lei. Depois disso, ela pegou gosto. Tem três livros e vários artigos publicados sobre direito penal. A tese desenvolvida em De Crimes, Penas e Fantasias foi a que serviu de base para a argumentação do desembargador paulista que inocentou um portador de cocaína. Na mesma linha de raciocínio será Proibições, Riscos, Danos e Enganos: as drogas tornadas ilícitas, o livro que a juíza aposentada lançará no segundo semestre deste ano. Em entrevista a ÉPOCA, ela diz por que acredita que as drogas devem ser legalizadas.

ÉPOCA - Como a senhora chegou à conclusão de que as drogas ilícitas deveriam ser legalizadas?

Maria Lúcia Karam -
Vendo que não há diferença entre consumo de álcool, tabaco, maconha, cocaína. Percebendo que usar uma ou outra é uma opção pessoal. Tem gente que gosta de tabaco e gente que gosta de maconha. E não tem nenhuma diferença, todas essas substâncias provocam alterações no organismo, no comportamento, então esse tratamento diferenciado dado pela lei não se justifica.

ÉPOCA - O mais coerente, então, não seria proibir todas?

Maria Lúcia -
Coerente seria, mas seria muito pior. Aí, até café teria que ser proibido.

ÉPOCA - Por que seria pior?

Maria Lúcia
- A proibição significa a total ausência de controle. Um dos grandes enganos do discurso proibicionista é pretender que a proibição seja uma forma de controlar a circulação das drogas. Mas ocorre justamente o contrário. Quando o mercado é ilegal, ele é totalmente descontrolado, porque não está submetido a nenhuma regulamentação. Causa maiores danos à própria saúde, que é o pretexto dos proibicionistas para criminalizar essas condutas.

ÉPOCA - Por que a proibição causa mais danos à saúde?

Maria Lúcia -
Porque as drogas são substâncias que podem potencialmente causar danos à saúde e não são submetidas a nenhum tipo de controle de qualidade, ao contrário de qualquer outro produto, como, por exemplo, gêneros alimentícios, que são submetidos ao controle da agência de vigilância sanitária. Além disso, a ilegalidade dificulta a busca de assistência quando se faz efetivamente necessária, porque você vai ter que revelar uma conduta que é considerada ilícita. Pessoas que acompanham alguém que teve overdose têm receio de levá-la ao hospital. Dificulta o diálogo com pais, professores, o acesso à informação.

ÉPOCA - A senhora acha que a sociedade está madura para conviver com a legalização?

Maria Lúcia -
A proibição dessas drogas que hoje são ilícitas é uma coisa que só surgiu globalmente no século XX. Elas sempre foram usadas e nunca foram proibidas. Então, a humanidade está madura para a legalização desde que ela existe.

ÉPOCA - A senhora não acha que muitas pessoas deixam de usar as drogas justamente por serem ilícitas?

Maria Lúcia
- Acredito que isso não faz tanta diferença. Em uma
pesquisa feita recentemente nos Estados Unidos em que se perguntava para os não-usuários de heroína e cocaína se eles passariam a consumir essas drogas se fossem legalizadas, 99% dos entrevistados responderam que não.

ÉPOCA - Se o vício for encarado como uma doença, isso,
não justificaria o fato de o Estado proibir a droga ou adotar
medidas de tratamento compulsório?

Maria Lúcia -
Não acho que a droga e o vício sejam doenças. Eventualmente, você vai ter casos de dependência, mas que são, geralmente, uma manifestação de um problema anterior. Não existe dependência só de droga, pode ser dependência do trabalho, de uma pessoa, causada por um desconforto anterior, e é esse desconforto que precisa ser tratado. Cada pessoa usa drogas de formas diferentes. E a mesma pessoa também usa de forma diferente dependendo do momento que ela está vivendo. As pessoas podem beber mais num dia em que estão tristes, ir a um jantar e tomar só um vinho, ou ir a uma festa e beber um pouco mais.

ÉPOCA - Isso não vai aumentar os gastos públicos com saúde?

Maria Lúcia -
Isso não deve mudar muito. Houve um exemplo relativamente recente nos Estados Unidos. Quando eles acabaram com a lei seca, em 1932, registrou-se um ligeiro aumento do consumo, mas, com o passar dos anos, ele se estabilizou e voltou aos mesmos índices de antes da proibição. Por outro lado, diminuíram os atendimentos hospitalares relacionados ao uso do álcool. Porque a bebida proibida era de pior qualidade.

ÉPOCA - E a criminalidade, é maior em países com maior tolerância ao
consumo, como a Holanda?

Maria Lúcia -
Não. A
Holanda é um dos países com menor índice de criminalidade do mundo. Em 2004, por exemplo, o índice de homicídios foi de 1,27 por cem habitantes. A média de homicídios na União Européia é 1,4.

ÉPOCA - Um outro tipo de criminalidade, aquela causada, por exemplo,
por um viciado em cocaína que rouba para sustentar o vício, não deve aumentar?

Maria Lúcia -
Isso acontece mais na ilegalidade. Como a droga é ilícita, é mais difícil de conseguir e é mais cara. E precisa ser comprada escondido. Um adolescente não tem como pedir dinheiro para o pai para comprar cocaína. Num ambiente de legalidade, ele conseguiria dinheiro de uma forma natural, da mesma forma como o pai dá dinheiro para um menino comprar um chope num sábado à noite. A tendência é diminuir a criminalidade não só na venda, mas também do lado do consumo.

ÉPOCA - A senhora tem filhos?

Maria Lúcia -
Tive uma filha que morreu aos 15 anos num acidente de carro. Faria 35 este ano. Não tinha ninguém alcoolizado ao volante, não teve nada a ver com drogas.

ÉPOCA - A senhora defende que ela deveria poder experimentar cocaína, como qualquer adolescente experimenta hoje álcool?

Maria Lúcia -
Certamente. Como muitos colegas dela já experimentaram, por exemplo, maconha.

ÉPOCA - A senhora já provou alguma droga?

Maria Lúcia -
Lícita? Tabaco, álcool, cafeína.

ÉPOCA - E ilícita?

Maria Lúcia -
Cocaína e maconha. Mas não gostei. Prefiro um vinhozinho.

REVISTA ÉPOCA

Escrito por ronaldo allyson em 14:07:28 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, 17 de Maio de 2008

Japonês punido por ver sites porno mais de 780.000 vezes durante o trabalho.

Japonês punido por ver sites porno mais de 780.000 vezes durante o trabalho


Um funcionário público japonês foi despromovido após os seus superiores terem descoberto que, em nove meses, ele acedeu mais de 780.000 vezes a sites de pornografia durante o horário de trabalho.
O homem de 57 anos, cuja identidade não foi divulgada, conseguiu manter o seu emprego na assembleia local da cidade de Kinokawa, no sul da Japão, mas foi despromovido e o seu salário sofreu um corte de cerca de 20.000 ienes (63 euros), noticia a BBC.
A situação foi detectada quando o seu computador foi infectado por um vírus e o seu histórico de navegação posto a nu.
Após uma investigação, descobriu-se que ele tinha visitado mais de 750.000 sites de pornografia em nove meses.
O indivíduo esteve particularmente activo em Julho, quando acedeu a conteúdos pornográficos mais de 177.000 vezes durante o trabalho.
Ou seja, quase 10.000 páginas por dia, ou mais de 20 visitas por cada minuto em que esteve em frente ao computador.
Um responsável da assembleia de Kinowaka explicou que ninguém reparou nos hábitos daquele funcionário porque a sua secretária se encontrava separada das outras.

  
  
  
 

Um ladrão devolveu um celular e dinheiro roubado após receber
mensagens de texto comoventes.

O fato ocorreu na China e vitimou Pan Aiying, uma professora da
província de Shandong, no leste do país. Pan teve sua bolsa com
celular, cartões de banco e 4.900 iuans (630 dólares), roubada por um
motociclista quando ela pedalava em uma bicicleta para casa, afirmou a
agência de notícias Xinhua.

Pan pensou em primeiro lugar em chamar a polícia, mas ela decidiu
tentar convencer o jovem ladrão a devolver a bolsa.

Ela ligou para o celular roubado com um telefone de um amigo, mas o
aparelho não foi atendido. Então ela começou a mandar mensagens de
texto.

"Eu sou Pan Aiying, professora da Wutou Middle School. Você deve estar
passando por um momento difícil. Se esse é o caso, eu não vou te
culpar", escreveu Pan em sua primeira mensagem, que não foi
respondida.

"Fique com os 4.900 iuans se você realmente precisa deles, mas, por
favor, devolva minhas outras coisas. Você é jovem ainda. Errar é
humano. Corrigir seus erros é mais importante que qualquer coisa",
escreveu a professora.

Ela acabou perdendo esperança de ver seus pertences devolvidos depois
de enviar a 21a mensagem sem receber resposta.

Mas no domingo ela acabou encontrando em seu quintal um pacote
contendo a bolsa roubada com todos os seus pertences.

"Querida Pan: Eu sinto muito. Cometi um erro. Por favor me perdoe",
dizia uma mensagem deixada junto com o pacote.

"Você é tão compreensiva, mesmo apesar de eu ter roubado você. Eu vou
corrigir meus atos e serei uma pessoa correta", afirmou a pessoa que
deixou o pacote no quintal da professora.


Escrito por ronaldo allyson em 11:50:53 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 08 de Maio de 2008

Belle de Jour, a prostituta mais famosa da Internet

Belle de Jour, a prostituta mais famosa da Internet



Belle de Jour, a prostituta mais famosa da Internet, pôs fim a seu blog com a frase "não deixe ter ter prazer por medo do que as pessoas vão achar".
A londrina deixou órfãos pela Internet mundo afora que vão lamentar a falta de novos relatos sobre suas noites atendendo aos mais variados clientes em histórias povoadas por correntes, chicotes e apetrechos para sadomasoquismo feitos em casa.

Mas a saudade não vai durar muito, nem o mistério sobre a identidade da moça. Daqui a alguns meses, as histórias contadas no blog estarão reunidas em um livro. Espera-se que ela não apareça com o rosto e a voz modificados eletronicamente.

"As portas se abriram e quero ver onde me levam," Belle escreveu. "Assim que os projetos de TV e de livro se materializarem vou linkar tudo aqui, e avisar se o site vai mudar de endereço". A garota de programa fez a transição do HTML para a tinta no papel porque escrevia razoavelmente bem e tinha assunto, ou pelo menos fingia bem ter, o que deixava seu hobby mais interessante de se acompanhar que a maioria dos blogs.

A brasileira Bruna Surfistinha (link para maiores de 18 anos) vai por caminho similar: deve aparecer em breve na TV aberta. Seus relatos se assemelham em estilo aos de um diário adolescente, e esse deve ser justamente o apelo que algum editor pode encontrar para querer publicá-la.



mais uma...

Histórias inéditas da ex-garota de programa Bruna Surfistinha vão ser contadas em quadrinhos. Os casos sexuais, vividos com clientes, serão produzidos para uma página da internet. As primeiras tramas devem entrar no ar na metade do mês que vem.

Raquel, ou Bruna, conta que assinou o contrato há pouco mais de duas semanas. O acordo com a empresa Webidea, autora do projeto, tem duração de dois anos. A firma produz e veicula a história. Cabe a Raquel o envio de dois textos por mês.

Os contos picantes de Bruna Surfistinha ficarão hospedados na página virtual de quadrinhos eróticos "Hotcartoon", mantida pela Webidea. O internauta terá de pagar para ler as histórias. Se a idéia der certo, o grupo pensa em firmar parceria com alguma editora para publicar o material em papel.

e ainda...

Adaptação de “O doce veneno do escorpião” é aprovado pelo Ministério da Cultura. Longa será dirigido por Marcus Baldini e terá Karim Aïnouz no roteiro.


O Ministério da Cultura liberou esta semana o filme “O doce veneno do escorpião”, baseado no livro autobiográfico da ex-garota de programa Bruna Surfistinha, para captar R$ 3.998.621,65 por meio de mecanismo de renúncia fiscal. A decisão foi publicada no Diário Oficial de segunda-feira (16).


O longa-metragem será dirigido por Marcus Baldini, produzido pela TV Zero e terá roteiro de Karim Aïnouz (diretor de “Madame Satã” e “Céu de Suely”) e da escritora Antonia Pellegrino.


Em seu blog, Bruna Surfistinha, cujo nome verdadeiro é Rachel Pacheco, deixou o seguinte comentário sobre a liberação: “Fui surpreendida pela notícia. Show de bola, hein?”.


Ainda no diário eletrônico, ela conta que realizou uma série de entrevistas sobre suas experiências com o diretor, que filmou todos os encontros. Ainda não foi decidido se esse material fará parte do filme.


As filmagens e o lançamento do filme estão previstos para 2008. O elenco da produção ainda não foi definido.


Escrito por ronaldo allyson em 13:05:04 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, 05 de Maio de 2008

Teclado de PC pode ser mais sujo do que privada, diz revista

Teclado de PC pode ser mais sujo do que privada, diz revista

A imagem “http://www.contaoutra.com.br/images/coisas/teclado.JPG” contém erros e não pode ser exibida.


Alguns teclados de computador têm mais bactérias do que o assento de uma privada, segundo uma pesquisa realizada por uma revista britânica.

A revista Which? Computing afirma que testes realizados em computadores do escritório da empresa em Londres encontraram germes e bactérias que poderiam causar infecção alimentar.

Dos 33 teclados analisados, quatro foram considerados potenciais riscos à saúde e um tinha cinco vezes mais germes do que o assento da privada do banheiro do escritório.

Um microbiologista deu ordens para que o teclado fosse retirado do local, mantido em quarentena e limpo.

Reflexo

O microbiologista Peter Wilson, do University College London Hospital, disse à BBC que um teclado de computador é geralmente "um reflexo do que está no seu nariz e no seu intestino".

Wilson afirma que compartilhar um teclado no escritório pode causar a transmissão de doenças entre os empregados.

"Se alguém tem um resfriado no escritório, ou mesmo uma gastrenterite, há muitas chances de que você vá pagar a doença por meio do teclado", disse o pesquisador.

Segundo a revista Which? Computing, uma das causas para teclados tão sujos é o fato de que usuários cada vez mais comem enquanto usam o computador.

Maus hábitos, como não lavar as mãos depois de ir ao banheiro, também contribuem para o problema, de acordo com os pesquisadores.

A editora da revista, Sarah Kidner, aconselhou os usuários a limpar os teclados antes de começar a trabalhar.

No ano passado, uma pesquisa realizada pela Universidade do Arizona concluiu que, em média, uma mesa de trabalho tem 400 vezes mais bactérias do que um assento de privada.

Eles também descobriram que as mesas das mulheres têm de três a quatro vezes mais germes do que a dos homens.

 

BBC BRASIL

Escrito por ronaldo allyson em 22:40:20 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, 03 de Maio de 2008

Mulheres têm voz mais sexy durante ovulação, diz estudo, entre outras coisas também.


Mulheres têm voz mais sexy durante ovulação,diz estudo, entre outras coisas também.



http://relaxaegoza.files.wordpress.com/2007/07/lips-by-infinity-rain-via-flickr-cc.jpg



As mulheres ficam com a voz mais sexy quando estão no período fértil, segundo apontou uma pesquisa realizada por especialistas americanos.

Os cientistas, da Universidade Estadual de Nova York, gravaram mulheres contando de 1 até 10 em quatro fases diferentes do ciclo menstrual.

Posteriormente, eles tocaram as gravações aleatoriamente para estudantes dos sexos masculino e feminino e pediram que apontassem as vozes mais atraentes.

O estudo mostrou que as vozes com timbre mais alto foram indicadas pelos estudantes como as mais sexy.

Os cientistas se surpreenderam ao descobrir que as vozes escolhidas pelos voluntários foram gravadas durante a ovulação, período em que a mulher libera o óvulo para ser fecundado.

Na avaliação do pesquisador Gordon Gallup, os hormônios sexuais podem alterar o funcionamento da caixa vocal, ou laringe, mesmo que as mudanças sejam muito sutis.

“Precisamos aprofundar as pesquisas sobre os mecanismos biológicos que estão por trás dessas pequenas alterações, mas as evidências sugerem que o impacto dos hormônios na laringe seja a fonte das mudanças”, disse o pesquisador.

Ainda que sutis, afirmam os especialistas, as alterações na voz das mulheres são detectadas pelos homens, que podem considerá-las mais atraentes em algumas épocas do mês sem entender por que.

O estudo, publicado originalmente pela revista especializada Human Evolution and Behavior, foi reproduzido pela New Scientist.

Estudo sugere que mulheres 'são mais espertas' na paquera



Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere que homens têm mais dificuldade em identificar os sinais não-verbais demonstrados na hora da paquera do que as mulheres.

A pesquisa, realizada na Universidade de Indiana, reuniu 280 estudantes heterossexuais com idade média de 20 anos - a maioria dos participantes (64%) era composta por homens.

Os pesquisadores mostraram uma série de 300 fotografias de mulheres e homens que demonstravam expressões de amizade, tristeza, rejeição ou interesse sexual aos voluntários e pediram que os participantes identificassem qual era a intenção expressa nas imagens.

Os resultados indicam que os homens confundiram com mais freqüência (37%) que as mulheres (31%) uma expressão de interesse sexual como um sinal de amizade.

No caso contrário – uma expressão amigável ser interpretada como sinal de interesse sexual – os homens também demonstraram maior dificuldade de interpretação. Os resultados indicam que 13% dos homens confundiram estas expressões, comparados com 8% das mulheres.

A pesquisa revelou ainda que 67% das estudantes universitárias que participaram da pesquisa afirmaram que já haviam sido mal interpretadas por homens quando estavam apenas querendo ser amigáveis.

"As diferenças entre as percepções de intenção sexual entre homens e mulheres reforçam a idéia de que os homens confundem as intenções com mais freqüência do que as mulheres", disse Coreen Ferris, que liderou o estudo.

"Os homens mais jovens têm dificuldade de distinguir entre uma mulher que está sendo amigável e outra que está demonstrando que quer 'algo mais'", afirmou.

A pesquisa foi publicada na edição de abril da revista científica Psychological Science.

Estudo explica preferência de mulheres por homens mais velhos

http://oglobo.globo.com/fotos/2007/05/04/04_MVG_edu_namoro1.jpg


Cientistas austríacos dizem ter descoberto uma explicação biológica para o fato de os homens se relacionarem mais comumente com mulheres mais jovens.

Segundo pesquisadores da Universidade de Viena, casais nos quais o homem é alguns anos mais velho que a mulher têm mais filhos do que outros casais, o que poderia ter levado a uma preferência baseada em pressões evolutivas.

Segundo o estudo, publicado na revista científica Biology Letters, os homens têm mais filhos quando se casam com mulheres em média seis anos mais jovens, enquanto as mulheres reproduzem mais ao lado de homens em média quatro anos mais velhos.

O aumento no número de filhos, porém, não seria verificado em casais nos quais o homem é muito mais velho do que a mulher. Segundo o estudo, nos casais nos quais o homem é dez anos mais velho, o número médio de filhos seria igual ao de casais nos quais a mulher é cinco anos mais velha do que o marido.

Separação

Os pesquisadores analisaram uma amostra de cerca de 10 mil casais suecos que se mantiveram juntos entre o nascimento de seus primeiros e últimos filhos.

Segundo o estudo, mesmo nos casais que se separaram após o nascimento do último filho, a mulher tendia a buscar um parceiro mais velho do que ela, embora tanto os homens quanto as mulheres separados se relacionam, na média, com novos parceiros mais jovens do que os parceiros com os quais foram casados.

“A preferência pela idade do parceiro gera benefícios para aptidão reprodutiva tanto para homens quanto para mulheres e deve ser, portanto, um traço evolucionário adquirido”, afirmam os pesquisadores Martin Fieder e Susanne Huber.

Escrito por ronaldo allyson em 11:24:07 | Link permanente | Comments (1) |

Domingo, 27 de Abril de 2008

Dadas 237 razões para fazer Sexo

Dadas 237 razões para fazer Sexo 



Os motivos pelos quais as pessoas fazem sexo podem ser mesmo muito variados, consoante sugerem dois estudos feitos pelo Departamento de Psicologia da Universidade do Texas. Aos investigadores foram enunciadas nada menos do que 237 razões.

Os dois autores dos estudos consideram que os resultados não obedecem à ideia generalizada de que os dois géneros têm motivos diferentes para fazer sexo, o feminino mais baseado na emotividade e o masculino no prazer físico. Ainda assim, registaram diferenças os homens serão mais propensos a atitudes oportunistas, enquanto as mulheres sentirão mais frequentemente a necessidade de satisfazer o seu parceiro.

No primeiro dos estudos, os autores, David Buss e Cindy Meston, pediram a 400 homens e mulheres que identificassem as razões por que as pessoas fazem sexo. Num segundo estudo, inquiriram 1500 jovens universitários quanto às suas experiências e atitudes. As respostas aparentemente mais invulgares incluíram situações como "é um bom exercício", "queria ser popular", "sentia-me aborrecido/a" ou "queria estabelecer uma ligação mais próxima com Deus". Houve também quem confessasse ter pretendido estragar a relação de um rival ou mesmo transmitir uma doença a alguém (incluindo o HIV). Pouco frequentes também, há respostas que referem "uma aposta", ou mesmo a vontade de acabar com uma relação.

Uns olhos bonitos, uma festa de aniversário, uma dor de cabeça, a simples curiosidade pelo outro ou a culpa das hormonas também são referidos nas respostas. A atracção pelo outro é a circunstância mais nomeada, tanto por homens como por mulheres, que, nos cinco primeiros lugares das respostas, ainda que em lugares nem sempre alinhados, referem o acto sexual como forma de obter prazer físico, ter uma experiência agradável ou manifestar afecto pelo parceiro.

Escrito por ronaldo allyson em 22:13:43 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, 26 de Abril de 2008

Estereótipo influi no sucesso e no fracasso, diz estudo


Um artigo publicado na edição deste mês da revista especializada Scientific American afirma que os estereótipos exercem grande influência sobre o sucesso ou o fracasso dos indivíduos.

Segundo o artigo, assinado por pesquisadores britânicos, o fracasso no trabalho, na escola ou em esportes não se deve necessariamente à falta de talento ou incompetência, mas também à maneira como cada um percebe o grupo social ao qual pertence.

Assim, por exemplo, mulheres asiáticas que fizeram testes de matemática obtiveram melhor desempenho ao serem lembradas de suas origens asiáticas (reforçando o estereótipo de que os asiáticos são melhores em matemática) que ao ter sua identidade feminina destacada (já que, segundo o estereótipo, mulheres são piores em matemática que os homens).

Da mesma forma, atletas brancos tiveram pior desempenho em jogos de golfe quando foram informados de que teriam sua "capacidade atlética natural" comparada à de jogadores negros. Em compensação, o grupo melhorou ao acreditar que se tratava de um teste de "inteligência estratégica esportiva".

Em outros experimentos, pessoas mais velhas tiveram rendimento pior em testes de memória após ser lembradas do estereótipo que as relaciona à capacidade cognitiva deteriorada.


Efeito positivo

Estudos anteriores tentaram vincular esta mudança de desempenho ao uso de áreas da memória que deixariam de ser utilizadas pelos indivíduos submetidos à ansiedade da "ameaça dos estereótipos".

Entretanto, isto não explicaria por que os estereótipos também podem ajudar a elevar o rendimento de membros de grupos considerados ‘os melhores’ – neste caso, esta percepção não altera os recursos de memória disponíveis, disseram os pesquisadores.

Para eles, a explicação é que "a ameaça dos estereótipos não é tanto uma questão de cognição em si, também de imagem pessoal e identidade".

"Embora alguns pesquisadores tenham saltado para a conclusão altamente polêmica de que as diferenças de desempenho refletem diferenças naturais entre os grupos, na verdade a raiz de muitas diferenças repousa sobre os estereótipos, ou pré-conceitos, que outros têm em relação ao grupo a que pertencemos", diz o estudo.

Ao mesmo tempo, o artigo afirmou que os estereótipos são flexíveis, e podem ser modificados para influenciar o desempenho dos indivíduos.

"De muitas maneiras, temos um estereótipo do estereótipo, que é errada. Os estereótipos não são necessariamente ruins, podem inclusive ser ferramentas de progresso", disse o professor Stephen Reicher, da Universidade St Andrews, na Escócia.

"Foi precisamente por desafiar estereótipos que ativistas como Steve Biko e Emmeline Pankhurst puderam alcançar a emancipação de negros sul-africanos e de mulheres britânicas."

Para os pesquisadores, os estudos em relação ao tema trazem "duas lições fundamentais".

"A primeira é tomar cuidado para não confundir desempenho e capacidade, especialmente ao tratar de grupos diferentes entre si, e compreender a força que as expectativas dos outros exerce sobre o que fazemos", dizem os pesquisadores.

"A segunda é perceber que não estamos fadados a ser vítimas de estereótipos opressivos, mas que podemos aprender a usar os estereótipos como ferramentas de nossa liberação."

BBC BRASIL

Escrito por ronaldo allyson em 02:31:27 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

DESABAFOS DE UM BOM MARIDO‏


DESABAFOS DE UM BOM MARIDO‏



Luís Fernando Veríssimo

Minha esposa e eu temos o segredo pra fazer um casamento durar:duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida, e um bom companheirismo.Ela vai às terças-feiras, e eu às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas. A dela é em Fortaleza e a minha em São Paulo .Eu levo minha esposa
a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta. Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento. "Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!" ela disse.Então eu sugeri a cozinha.

Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: "Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar". Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.

Lembrem-se, o casamento é a causa número um para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.Eu me casei com a "Sra. Certa". Só não sabia que o primeiro nome dela era "Sempre".

Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: "O que tem na TV?" E eu disse "Poeira".

No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher.
Desde então, nem Deus, nem o homem, nem Mundo tiveram mais descanso.
"Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes: o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim.

Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a
sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um
tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.

Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei."
- Quando você terminar de cortar a grama," eu disse, "você pode também varrer a calçada."

Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida"."O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido..."
Escrito por ronaldo allyson em 11:10:49 | Link permanente | Comments (0) |
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