Domingo, 27 de Abril de 2008

Dadas 237 razões para fazer Sexo

Dadas 237 razões para fazer Sexo 



Os motivos pelos quais as pessoas fazem sexo podem ser mesmo muito variados, consoante sugerem dois estudos feitos pelo Departamento de Psicologia da Universidade do Texas. Aos investigadores foram enunciadas nada menos do que 237 razões.

Os dois autores dos estudos consideram que os resultados não obedecem à ideia generalizada de que os dois géneros têm motivos diferentes para fazer sexo, o feminino mais baseado na emotividade e o masculino no prazer físico. Ainda assim, registaram diferenças os homens serão mais propensos a atitudes oportunistas, enquanto as mulheres sentirão mais frequentemente a necessidade de satisfazer o seu parceiro.

No primeiro dos estudos, os autores, David Buss e Cindy Meston, pediram a 400 homens e mulheres que identificassem as razões por que as pessoas fazem sexo. Num segundo estudo, inquiriram 1500 jovens universitários quanto às suas experiências e atitudes. As respostas aparentemente mais invulgares incluíram situações como "é um bom exercício", "queria ser popular", "sentia-me aborrecido/a" ou "queria estabelecer uma ligação mais próxima com Deus". Houve também quem confessasse ter pretendido estragar a relação de um rival ou mesmo transmitir uma doença a alguém (incluindo o HIV). Pouco frequentes também, há respostas que referem "uma aposta", ou mesmo a vontade de acabar com uma relação.

Uns olhos bonitos, uma festa de aniversário, uma dor de cabeça, a simples curiosidade pelo outro ou a culpa das hormonas também são referidos nas respostas. A atracção pelo outro é a circunstância mais nomeada, tanto por homens como por mulheres, que, nos cinco primeiros lugares das respostas, ainda que em lugares nem sempre alinhados, referem o acto sexual como forma de obter prazer físico, ter uma experiência agradável ou manifestar afecto pelo parceiro.

Escrito por ronaldo allyson em 22:13:43 | Link permanente | Comments (0) |

Sábado, 26 de Abril de 2008

Estereótipo influi no sucesso e no fracasso, diz estudo


Um artigo publicado na edição deste mês da revista especializada Scientific American afirma que os estereótipos exercem grande influência sobre o sucesso ou o fracasso dos indivíduos.

Segundo o artigo, assinado por pesquisadores britânicos, o fracasso no trabalho, na escola ou em esportes não se deve necessariamente à falta de talento ou incompetência, mas também à maneira como cada um percebe o grupo social ao qual pertence.

Assim, por exemplo, mulheres asiáticas que fizeram testes de matemática obtiveram melhor desempenho ao serem lembradas de suas origens asiáticas (reforçando o estereótipo de que os asiáticos são melhores em matemática) que ao ter sua identidade feminina destacada (já que, segundo o estereótipo, mulheres são piores em matemática que os homens).

Da mesma forma, atletas brancos tiveram pior desempenho em jogos de golfe quando foram informados de que teriam sua "capacidade atlética natural" comparada à de jogadores negros. Em compensação, o grupo melhorou ao acreditar que se tratava de um teste de "inteligência estratégica esportiva".

Em outros experimentos, pessoas mais velhas tiveram rendimento pior em testes de memória após ser lembradas do estereótipo que as relaciona à capacidade cognitiva deteriorada.


Efeito positivo

Estudos anteriores tentaram vincular esta mudança de desempenho ao uso de áreas da memória que deixariam de ser utilizadas pelos indivíduos submetidos à ansiedade da "ameaça dos estereótipos".

Entretanto, isto não explicaria por que os estereótipos também podem ajudar a elevar o rendimento de membros de grupos considerados ‘os melhores’ – neste caso, esta percepção não altera os recursos de memória disponíveis, disseram os pesquisadores.

Para eles, a explicação é que "a ameaça dos estereótipos não é tanto uma questão de cognição em si, também de imagem pessoal e identidade".

"Embora alguns pesquisadores tenham saltado para a conclusão altamente polêmica de que as diferenças de desempenho refletem diferenças naturais entre os grupos, na verdade a raiz de muitas diferenças repousa sobre os estereótipos, ou pré-conceitos, que outros têm em relação ao grupo a que pertencemos", diz o estudo.

Ao mesmo tempo, o artigo afirmou que os estereótipos são flexíveis, e podem ser modificados para influenciar o desempenho dos indivíduos.

"De muitas maneiras, temos um estereótipo do estereótipo, que é errada. Os estereótipos não são necessariamente ruins, podem inclusive ser ferramentas de progresso", disse o professor Stephen Reicher, da Universidade St Andrews, na Escócia.

"Foi precisamente por desafiar estereótipos que ativistas como Steve Biko e Emmeline Pankhurst puderam alcançar a emancipação de negros sul-africanos e de mulheres britânicas."

Para os pesquisadores, os estudos em relação ao tema trazem "duas lições fundamentais".

"A primeira é tomar cuidado para não confundir desempenho e capacidade, especialmente ao tratar de grupos diferentes entre si, e compreender a força que as expectativas dos outros exerce sobre o que fazemos", dizem os pesquisadores.

"A segunda é perceber que não estamos fadados a ser vítimas de estereótipos opressivos, mas que podemos aprender a usar os estereótipos como ferramentas de nossa liberação."

BBC BRASIL

Escrito por ronaldo allyson em 02:31:27 | Link permanente | Comments (0) |

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

DESABAFOS DE UM BOM MARIDO‏


DESABAFOS DE UM BOM MARIDO‏



Luís Fernando Veríssimo

Minha esposa e eu temos o segredo pra fazer um casamento durar:duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida, e um bom companheirismo.Ela vai às terças-feiras, e eu às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas. A dela é em Fortaleza e a minha em São Paulo .Eu levo minha esposa
a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta. Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento. "Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!" ela disse.Então eu sugeri a cozinha.

Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras. Ela tem um liquidificador elétrico, uma torradeira elétrica, e uma máquina de fazer pão elétrica. Então ela disse: "Nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar". Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.

Lembrem-se, o casamento é a causa número um para o divórcio. Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.Eu me casei com a "Sra. Certa". Só não sabia que o primeiro nome dela era "Sempre".

Já faz 18 meses que não falo com minha esposa. É que não gosto de interrompê-la. Mas tenho que admitir, a nossa última briga foi culpa minha. Ela perguntou: "O que tem na TV?" E eu disse "Poeira".

No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher.
Desde então, nem Deus, nem o homem, nem Mundo tiveram mais descanso.
"Quando o nosso cortador de grama quebrou, minha mulher ficava sempre me dando a entender que eu deveria consertá-lo. Mas eu sempre acabava tendo outra coisa para cuidar antes: o caminhão, o carro, a pesca, sempre alguma coisa mais importante para mim.

Finalmente ela pensou num jeito esperto de me convencer.Certo dia, ao chegar em casa, encontrei-a
sentada na grama alta, ocupada em podá-la com uma tesourinha de costura. Eu olhei em silêncio por um
tempo, me emocionei bastante e depois entrei em casa.

Em alguns minutos eu voltei com uma escova de dentes e lhe entreguei."
- Quando você terminar de cortar a grama," eu disse, "você pode também varrer a calçada."

Depois disso não me lembro de mais nada. Os médicos dizem que eu voltarei a andar, mas mancarei pelo resto da vida"."O casamento é uma relação entre duas pessoas na qual uma está sempre certa e a outra é o marido..."
Escrito por ronaldo allyson em 11:10:49 | Link permanente | Comments (0) |

Segunda-feira, 07 de Abril de 2008

Imagens sensuais 'estimulam homens a arriscar mais dinheiro'

Imagens sensuais 'estimulam homens a arriscar mais dinheiro'

http://oglobo.globo.com/fotos/2007/10/11/11_MVG_cult_tropalingerie3.jpg

Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que imagens sensuais podem afetar o comportamento dos homens nas decisões financeiras e fazer com que eles arrisquem mais dinheiro.


De acordo com o estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, publicado na edição desta semana da revista científica NeuroReport, as imagens sensuais estimulam a atividade no núcleo accumbens- área do cérebro responsável pela sensação de prazer e recompensa.

A pesquisa indica que a estimulação desta área afeta as decisões financeiras tomadas pelos homens imediatamente após serem estimulados visualmente com as imagens sensuais e eróticas.

Estímulo

Para estabelecer os resultados, os cientistas submeteram um grupo de estudantes universitários heterossexuais a exames de ressonância magnética para verificar a atividade do cérebro quando eram expostos a três grupos de imagens, cada um correspondente a um tipo de estímulo visual.

O primeiro grupo, utilizado para criar estímulos positivos, continha imagens de mulheres sensuais e cenas eróticas, enquanto o grupo feito para criar estímulos negativos era composto por imagens de cobras e aranhas. Os cientistas incluíram também imagens como objetos de papelaria – como grampeadores, réguas, etc - relacionados a estímulos considerados “neutros”.

Como parte da pesquisa, logo após serem expostos a cada uma das imagens, os voluntários tinham que fazer uma aposta. O montante variava entre US$ 0,10 e US$ 10. Depois de comparar a quantia apostada por cada voluntário e a imagem que estimulou a aposta, os cientistas verificaram que o estímulo visual positivo influenciou os homens a fazerem apostas mais altas.

“A descoberta mais interessante, do ponto de vista econômico, é que estes estímulos positivos, apesar de não estarem relacionados diretamente com a aposta, influenciam o comportamento na hora de arriscar o dinheiro”, disse Brian Knutson, que liderou a pesquisa.

De acordo com o estudo, os resultados ajudam a esclarecer quais os apelos emocionais e visuais podem ser eficazes em diversas áreas como publicidade, política e nos jogos de sorte.

“Em um cassino, por exemplo, as pessoas usam roupas sensuais, há luzes, música, bebidas alcoólicas e outros estímulos que não estão necessariamente relacionados com as apostas. Mas estas são pistas que podem encorajar os riscos financeiros e fazer com que as pessoas gastem mais”, explicou Knutson.

O cientista ressaltou ainda que há muita pesquisa a ser feita para decifrar os efeitos do estímulo visual no comportamento. Segundo ele, o próximo passo do estudo será analisar o comportamento das mulheres quando estimuladas visualmente.

BBC BRASIL
Escrito por ronaldo allyson em 21:42:51 | Link permanente | Comments (0) |